Morre Sônia Pinheiro, referência do jornalismo e do colunismo social no Ceará
Com mais de 50 anos de carreira, jornalista construiu uma trajetória marcante na imprensa cearense e recebeu diversas homenagens pelo trabalho.

O jornalismo cearense perdeu uma de suas grandes referências. A jornalista Sônia Pinheiro morreu na noite desta quinta-feira (15), deixando um legado de mais de cinco décadas dedicadas à comunicação. Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, ela construiu sua carreira em Fortaleza, onde se tornou um dos principais nomes do colunismo social.
Ao longo de sua trajetória, passou por veículos como O Estado, Correio do Ceará, Tribuna do Ceará, Diário do Nordeste, O Povo e O Otimista. Foi pioneira do colunismo social no Diário do Nordeste, onde criou o caderno DN-Gente. Seu trabalho também recebeu importantes reconhecimentos, incluindo o título de Cidadã de Fortaleza e a Medalha Boticário Ferreira, em 2016.
A morte de Sônia Pinheiro provocou manifestações de pesar entre jornalistas, amigos e entidades profissionais. A Associação Cearense de Imprensa e o Sindicato dos Jornalistas do Ceará destacaram sua contribuição para a história da comunicação no estado. O velório ocorreu na manhã desta sexta-feira (16), no Jardim Metropolitano, no Eusébio.


