Com Obama nas ruas e Flávio Bolsonaro nos EUA, democratas ampliam pressão sobre Trump às vésperas das eleições
Ex-presidente americano intensifica campanha, enquanto chegada de Flávio vira novo motivo de questionamentos contra o governo republicano.

A poucos dias das eleições legislativas de 3 de novembro, os democratas intensificam a mobilização nos Estados Unidos e contam com um reforço de peso: o ex-presidente Barack Obama, que voltou aos palanques para apoiar candidatos do partido e criticar a administração de Donald Trump.
Ao mesmo tempo, a chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos, após sua derrota para Lula no Brasil, abriu uma nova frente de desgaste político para o governo americano. Um grupo de 25 parlamentares democratas cobra explicações sobre uma possível participação de autoridades dos EUA na viagem do brasileiro.
Obama tem participado de comícios em estados estratégicos, como Ohio, Michigan e Geórgia, criticando o governo Trump, especialmente pelo aumento do custo de vida e por suas decisões políticas.
Pesquisas e análises eleitorais apontam um cenário favorável aos democratas na disputa pelo controle da Câmara dos Representantes, embora o resultado ainda seja incerto. Já no Senado, a disputa permanece mais equilibrada.
A presença de Obama fortalece a mobilização democrata, enquanto o episódio envolvendo Flávio Bolsonaro oferece ao partido mais um argumento para pressionar Trump. Ainda não há evidências de que o caso do brasileiro tenha provocado mudanças significativas nas intenções de voto dos americanos.


